Archive for the ‘Imperdível’ Category

IMPERDÍVEL.

Segunda-feira, Setembro 6th, 2010

No HSM MANAGEMENT CHANNEL, que você pode obter com a sua operadora de tv a cabo, você tem acesso a entrevistas e matérias com os grandes especialistas em gestão do mundo todo. Nesta última semana assisti ao Peter Drucker, Philip Kotler, Bil Gates e Eric Schimid (CEO Google). É como se você fosse aos grandes congressos mundiais de gestão sem sair de casa. Por tudo isto é imperdível.

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IMPERDÍVEL.

Domingo, Agosto 29th, 2010

livro

Este livro “DOBRE OS SEUS LUCROS EM SEIS MESES OU MENOS” ensina de maneira simples e direta como direcionar uma empresa  para focar nos lucros. Através da quebra de paradigmas, como o uso intenso da meritocracia, o autor mostra como ir direto ao ponto: LUCRO.

Adorei quando ele ridicularizou as declarações batidas das MISSÕES das empresas com o velho blá-blá-blá, de servir a comunidade e ao meio ambiente (parece coisa de ISO -9000). Ele simplesmente “detona” a gestão por processos.

Comprei-o  pelo www.amazon.com já que, pelo menos pelo que eu sei, não há ainda uma versão em português. Uma pena, pois o livro é fantástico e obrigatório para gestores de empresas candidatas a alta performance. O inglês dos textos, entretanto, é de fácil compreensão e o livro é curto. Por tudo isto é imperdível!.

IMPERDÍVEL

Quinta-feira, Agosto 19th, 2010

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Este livro é “show de bola”. Os autores dão 100 pequenos conselhos (de pouco mais de uma página), porém, extremamente importantes para a condução de sua carreira profissional, e da sua vida… Uma linguagem simples e inspiradora. Às vezes marco com lápis algumas linhas que acho importante em livros. Neste livro, há paginas que marquei inteirinhas… Por tudo isto é imperdível.

P.S. Para gostar dele tanto quanto eu gostei, terá de lê-lo como eu li.

IMPERDÍVEL

Sábado, Junho 19th, 2010

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O filme AMOR SEM ESCALAS conta a história de um homem especialista em demitir pessoas. Ele é contratado para fazer esta difícil tarefa para as empresas que não possuem essa “expertise”, ou não tem a tranquilidade emocional para fazê-lo. Por opção, o personagem de George Clooney não cria vínculos sentimentais com ninguém. Não tem namorada fixa, não tem planos para casar e sua vida acontece mais dentro de aviões e aeroportos do que fora deles. No desenrolar do filme, muito dos valores adotados pelo personagem são desafiados, o que leva o espectador a momentos profundos de reflexão sobre a carreira profissional e vida pessoal. O constante apetite voraz das corporações em otimizar processos, substituindo, às vezes irresponsavelmente, pessoas por tecnologia, é questionado por fatos e situações do filme. Os que trabalham ou trabalharam em grandes corporações serão fatalmente conduzidos à identificação com personagens e episódios. A atuação do Clooney, apoiada por atores de peso, é mais uma vez irretocável. Por tudo isto é imperdível.

IMPERDÍVEL.

Quarta-feira, Junho 9th, 2010

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Para muito gente que adora cinema, O Colecionador figura na lista dos 10 maiores filmes de todos os tempos. Para mim ele está nesta lista  junto com Casablanca, Blade-Runner, O Último Tango em Paris, Apocalipse Now, Freud Além da Alma, Matrix, Bonequinha de Luxo, O Poderoso Chefão I e II, E o Vento Levou e Marnie - Confissões de Uma Ladra.

Esta lista obviamente não é definitiva. O cinema continua produzindo bons filmes e a qualquer hora poderemos ter grandes obras.

Sinópse: Em “O Colecionador” (1965, dir. Willian Wyler), temos a história de um rapaz solitário, que em sua obsessão por uma mulher, aprisiona-a no porão de sua casa. É na tentativa desse rapaz criar um vínculo afetivo com a moça que se tem uma das maiores ilustrações sobre a deterioração de um relacionamento pela incapacidade de se conceber o Outro.

Freddy/”Franklin” (Terence Stamp) sequestra Miranda Grey (Samantha Eggar) visando um “nobre” objetivo: demonstrar seu amor por ela e ser correspondido. Obviamente não terá sucesso pois só o sequestro em si será o primeiro de uma série de obstáculos à reciprocidade desejada por Freddy.

O problema de Freddy é justamente o confronto entre o que ele idealiza (sobretudo a sua concepção da mulher amada) e a realização daqueles ideais. Ele não compreende (ou até aceita como corretas) as inconsequências de suas ações, e não percebe a destruição que provoca ao objeto amado. Esta imaturidade de caráter não evidencia-se apenas fisicamente, com seu andar meio trôpego ou o baixar de cabeça como uma criança repreendida, mas na própria aceitação de uma subjetividade alheia (por exemplo, numa obra de arte, quando deprecia as faces disformes de um quadro de Picasso: “as pessoas não são assim!”).

Imaturidade cultivada numa vida sem afetividade (mesmo no trabalho, sua mesa encontrava-se isolada das dos demais “colegas”), cuja única relação desenvolvida foi a de posse (a coleção de borboletas) e é neste mesmo âmbito que dar-se-á sua relação com Miranda. A concepção mais próxima de reprodução, para Freddy, é a incubação que realiza nas larvas que recebe de um fornecedor: enclausurada no porão da casa de Freddy, a moça vive como mais uma de suas borboletas, desenvolvendo seus desenhos, colorindo o seu “casulo”, sob o afastado olhar de seu “dono”, que apenas a veste e alimenta. O contato físico entre eles ocorre exclusivamente em função das tentativas de fuga de Miranda, quando Freddy é obrigado a subjugá-la pela força, agarrá-la, abraçá-la, amarrá-la, ou, em dado momento, quando por iniciativa própria a moça tenta acariciá-lo. Para Freddy são momentos de verdadeira provação, uma afronta à “pureza” que almeja à relação.

É na recusa de Freddy à introdução de elementos exteriores ao “seu mundo” (mas atraídos pela própria manutenção de Samantha) que faz da moça objeto de crescente decepção aos ideais do rapaz, que, em contrapartida, cada vez mais esforça-se a manutenção dos mesmos; ideais que causam um desequilíbrio esmagador de concessões, no qual um dos lados (Miranda) acaba por anular-se totalmente: morta, torna-se literalmente apenas um objeto: não há mais essência à admirar. Por isso, Freddy, como um colecionador, parte em busca de um novo “exemplar”. (Sinópse de Lúcio Mazarro para o site www.interrogacaofilmes.com).

IMPERDÍVEL.

Quarta-feira, Junho 9th, 2010

Sinopse: Em ‘Se Beber, Não Case’, três amigos vão para Las Vegas curtir uma festa de despedida de solteiro, mas perdem o noivo 40 horas do início da cerimônia. Na manhã seguinte, todos estão de ressaca e ninguém se lembra do que aconteceu na noite anterior. No apartamento do hotel eles encontram um bebê, uma galinha, e um tigre na cozinha. Sabe-se que um deles casou com uma dançarina de strip-tease. Para encontrar o noivo desaparecido, os três amigos terão reconstituir os passos da noite anterior e descobrir em que momento as coisas começaram a desandar… Aqui no nordeste diríamos: “Ô CACHAÇA GRANDE!”. Por tudo isto é imperdível.

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IMPERDÍVEL

Terça-feira, Maio 18th, 2010

imagemAs receitas do David Allen, neste livro, são excelentes para todos aqueles que tem problemas para executar a enorme quantidade de tarefas que recebem no dia a dia. Com lições simples e práticas, ele mostrar como priorizar as tarefas e fugir do estresse. Por tudo isto é imperdível.

IMPERDÍVEL

Quinta-feira, Abril 8th, 2010

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A Lógica do Cisne Negro

Autor - Kleber C. Nóbrega, coordenador do projeto LEITURAS CONECTIVAS  kleber@leiturasconectivas.com.br

Porque o Mundo não se deu conta da ascensão de Hitler, antes que ela ocorresse? Podemos dizer que o fim repentino do bloco soviético foi algo inesperado? A disseminação da internet foi um evento-surpresa? O desafio proposto por Nassi Ncholas Taleb, no livro A Lógica do Cisne Negro, é que possamos abordar nossa cegueira em relação à aleatoriedade, particularmente os grandes desvios: por que motivo nós, cientistas ou não, figurões ou caras comuns, tendemos a ver os centavos em vez dos dólares?

O autor, professor de Ciências da Incerteza da Universidade de Massachusetts, propõe que  olhemos para os eventos “altamente improváveis” de um modo diferente, e que, assim, possamos considerá-los mais fortemente, podendo, então, fazer articulações anteriores e posteriores, minimizando ou neutralizando seus efeitos. O conceito de “Cisne Negro” é introduzido a partir de um fato histórico: antes da descoberta da Austrália, as pessoas do mundo antigo estavam convencidas de que todos os cisnes eram brancos. Uma única observação poderia invalidar uma afirmação originada pela existência de milhões de cisnes brancos. Ai de quem ousasse falar de um cisne negro!

Assim, um cisne negro é um evento com três atributos: é um outlier, pois está fora do âmbito das expectativas comuns; exerce um impacto extremo; e faz com que desenvolvamos explicações para sua ocorrência somente após o evento. A ascensão de Hitler, o fim do bloco soviético e a disseminação da internet se encaixam nas três condições, e a combinação de baixa previsibilidade e grande impacto transforma o Cisne Negro em um grande quebra cabeça. A lógica do Cisne Negro torna o que você não sabe mais relevante do que aquilo que você sabe, isto é, o altamente improvável carrega também uma forte dose de “ignorância” inconsciente, pois tendemos a achar que o que sabemos tem mais chance de ocorrer do que aquilo que não sabemos ou temos pouco conhecimento. É mais fácil – mais cômodo – acreditar nisto. Se pouco sabemos da estratégia do concorrente, qualquer que seja a área de atuação, tendemos a considerar como mais provável que o que estamos pensando ocorrerá com probabilidade maior.

O autor nos convida a relembrar o atentado terrorista de 11 de setembro de 2001, em Nova York, e sugere que se o risco fosse razoavelmente concebível no dia 10 de setembro, o atentado não teria acontecido - caças teriam voado ao redor das torres gêmeas, os aviões teriam portas trancadas, e tudo teria sido diferente. Do mesmo modo, o famoso Tsunami de 2004 no oceano índico, caso fosse esperado, não teria causado os estragos que causou. Taleb defende que quase nenhuma descoberta importante foi fruto de projetos e de planejamento – foram apenas Cisnes Negros. Para ele, descobridores e empreendedores contam pouco com um planejamento estruturado. O que fazem é focalizar no máximo de experimento e reconhecer as oportunidades quando elas surgem.

Qual a recomendação então? Taleb nos sugere colecionar o maior número possível de oportunidades de Cisnes Negros. Em vez do comportamento usual, considerado “normal” de se concentrar em como normalmente as coisas acontecem, devemos levar em conta, primeiro, os extremos. O mundo é dominado pelo extremo, pelo desconhecido e pelo improvável. Passamos o tempo todo envolvidos em minúcias, concentrados no conhecido e no que se repete. O autor sugere a existência de dois mundos: o mediocristão e o extremistão. Pertencem ao mediocristão assuntos como altura, peso, ingestão de calorias – todos estes assumem comportamento semelhante associados à distribuição normal (estatística), em que existem valores médios, em torno dos quais os demais se distribuem de forme relativamente equilibrada. No extremistão podemos ver temas como riqueza, renda, vendas de livros por autor – nestes, os dados não se distribuem de modo equilibrado em torno do valor médio. Imagine J.K. Rowling (autora da série Harry Potter) junto a mil escritores e confira o volume de vendas de seus livros. Analogamente, compare a riqueza de Bill Gates (fundador da Microsoft) junto a mil pessoas colocadas ao seu lado num estádio de futebol. Os extremos dominam!

Concluindo, Taleb nos provoca a refletir, pois define o ser humano como maravilhosas máquinas de dar explicações, capazes de atribuir sentido a quase tudo – depois do evento ocorrido, e geralmente incapazes de aceitar a idéia da imprevisibilidade.

Este e outros livros estão sendo apresentados, de forma didática e dinâmica, através do programa Leituras Conectivas – informações através do site www.leiturasconectivas.com.br.

IMPERDÍVEL

Quarta-feira, Março 24th, 2010

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O Poder das Conexões

O poder das conexões

Autor - Kleber C. Nóbrega, coordenador do projeto LEITURAS CONECTIVAS ( kleber@leiturasconectivas.com.br )

Estar conectado, hoje em dia, parece ser uma “obrigação” para as pessoas, seja em termos de negócios ou amizades. Twitter, Facebook e outras formas de rede social via internet parecem nos assediar de uma forma que, aqueles que não estiverem fazendo parte podem se sentir alijados do mundo moderno. Isto faz sentido?

É deste assunto que tratam Nicholas Christakis (médico e cientista social) e James Fowler (Cientista político), no livro “O poder das conexões” (Connected). Os autores apresentam evidências de como as redes sociais modelam nossas vidas e afetam como nos sentimos, com quem casamos, e até como adoecemos.

A motivação para as pesquisas que resultaram no livro veio da percepção dos danos que a morte de uma pessoa causa em outras pessoas – como se a saúde das pessoas que se relacionam também guardasse algum tipo de relação. A observação destas relações de causa-efeito entre pares de pessoas, como irmãos, amigos ou vizinhos logo permitiu a identificação de conjuntos maiores de pares, formando verdadeiras teias - redes. O fenômeno, que já vinha sendo estudados por outros cientistas sociais desde o início do século XX, permitiu identificar relações como o impacto de alguém perder peso porque o amigo de amigo havia perdido peso, e pessoas que param de fumar porque o amigo do amigo parou de fumar.

As redes sociais, entendidas como organizações de pessoas e suas respectivas conexões, permitem identificar de forma mais precisa, quem somos nós. Em outras palavras, para saber quem somos, devemos entender como estamos conectados. Por exemplo, uma pesquisa realizada nos EUA mostrou que 75% dos homicídios envolvem pessoas que já se conheciam, muitas vezes intimamente, antes do assassinato. Isto sugere que nossos assassinos potenciais são pessoas que vivem à nossa volta. Por outro lado as redes sociais potencializam aspectos como a doação de órgãos, e outras ações sociais.

As redes sociais explicam porque as emoções se propagam de pessoa para pessoa - na Tanzânia, em 1962, uma epidemia de riso, iniciada em uma escola, com três meninas, durou aproximadamente 6 meses, tendo chegado a fechar a escola, e alcançou outros municípios “afetando” mais de mil pessoas. Achar que escolhemos a pessoa com quem casamos é, em parte, verdade – ninguém, usualmente, nos obriga a casar com alguém - mas o impacto das redes sociais ajuda a compreender nossas escolhas - uma pesquisa mostrou que 68% das pessoas conheceram seus cônjuges através de alguém que os conhecia, enquanto 32% das conheceram o cônjuge via auto-apresentação. De outra forma, o impacto dos laços sociais baseado na geografia têm sido significativamente menores - o percentual de pessoas que conheceram seus cônjuges na vizinhança caiu, de 20% em 1960, para 3% em 1984. Uma outra pesquisa ilustra que a felicidade tende a agrupar as pessoas mais felizes em conglomerados, enquanto as pessoas mais felizes tendem a formar grupos distintos e em maior quantidade.

Além das emoções, as redes sociais são capazes de moldar comportamentos: relatos de uma epidemia de sífilis ocorrida na Geórgia (EUA) apontaram a falta de diálogo entre pais e filhos como um fator que contribuiu para a disseminação de prática de sexo, acarretando a disseminação da doença. A simples veiculação de notícias sobre suicídio, pelo The New York Times, contribuiu para o aumento do número de suicídios. O hábito de fumar tem decrescido sobremaneira nos últimos 40 anos, fenômeno explicado em parte pela “pressão governamental” em face dos custos assistenciais com doenças causadas pelo fumo, mas também como reflexo da pressão das redes sociais. As redes sociais podem também explicar porquê os ricos estão mais ricos e por que a desigualdade econômica continua a aumentar. A lógica é simples: se você for rico, você atrai mais amigos e, se tiver mais amigos, você pode encontrar mais maneiras de se tornar rico

Concluindo,as redes de que ouvimos falar hoje em dia, em especial as redes sociais via web nada mais são do que o reflexo do impacto do comportamento humano, evidenciado nas pesquisas conduzidas ou relatadas pelos autores do livro, potencializadas pela facilidade e conectividade proporcionada pela interconexão da internet. E o sentido disto tudo está baseado na tendência essencialmente humana de interagir com seus pares, facilitando amizades, negócios e outros tipos de relacionamento.

Este e outros livros estão sendo apresentados, de forma didática e dinâmica, através do programa Leituras Conectivas – informações através do site www.leiturasconectivas.com.br

Este artigo foi publicado em “O Jornal de Hoje”, edição de 19/03/2010

IMPERDÍVEL

Quinta-feira, Janeiro 14th, 2010

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Este livro do Vicente Falconi, fundador da consultoria INDX, é uma verdadeira aula de gestão de empresas. Sem rodeios, o Falconi vai direto ao ponto do que realmente importa na gestão. O sucesso de grandes empresas, como a Ambev, tem forte colaboração de suas metodologias.

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Quinta-feira, Dezembro 3rd, 2009

“The Big Bang Theory” bate “Two and a Half Men” nos Estados Unidos.

Pela primeira vez, um episódio inédito do seriado “The Big Bang Theory” teve mais espectadores do que “Two and a Half Men”, que é a comédia campeã de audiência há vários anos nos Estados Unidos. A informação é do “The New York Times”, com base nos números divulgados hoje pela Nielsen, que faz a medição.

Cerca de 14,13 milhões de pessoas assistiram a “The Big Bang Theory” no último dia 23, enquanto 13,88 milhões viram “Two and a Half Men”. Contudo, o segundo continua vencendo na comparação entre os dez primeiros episódios da atual temporada dos dois seriados, com uma média de 14,74 milhões de espectadores por episódio, contra 14,29 milhões do primeiro.

Os dois seriados são exibidos em sequência pelo canal CBS nos Estados Unidos. “Two and a Half Men” entra no ar às 21h, enquanto “The Big Bang Theory” entra às 21h30. No Brasil, ambos são exibidos pela Warner.

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Em sua terceira temporada, a comédia “The Big Bang Theory” trata de dois físicos “nerds”, Sheldon e Leonard, e seus amigos “geeks”, Howard e Rajesh.

DICA DE LIVRO

Quarta-feira, Agosto 19th, 2009

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Dica de livro, para quem quer pensar fora do quadrado.

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Sexta-feira, Agosto 14th, 2009

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IMPERDÍVEL

Sábado, Junho 27th, 2009

 

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O livro NUNCA DESISTA! do milionário americano Donald Trump foi mais uma das grandes dicas de leitura do meu amigo Maximiliano Tavares, Gestor da SATPAR (Satélite Participações), holding das empresas de Marcelo Alecrim.

Neste livro, Trump conta alguns dos seus segredos para enfrentar os grandes desafios de sua vida empresarial. Após lê-lo, percebe-se que dificilmente consegue-se algo de “graça”. A luta de Trump para vencer suas batalhas sempre foi, e sempre será, intensa. Ele deixa claro que seu sucesso pode ser mais credidato a sua energia aplicada, e a sua persistência, do que a sua inteligência. A despeito das torcidas contrárias, e das grandes dificuldades, Trump é um vencedor incontestável. Houveram momentos em que ele teve dificuldades imensas, mas reverteu tudo com obstinação e tenacidade.

Por tudo isto, é imperdível.

IMPERDÍVEL

Terça-feira, Maio 19th, 2009

O filme “O CÉU DE OUTUBRO” é baseado em uma história real. 

No final dos anos 50, o adolescente Homer Hickam (Jake Gyllenhaal) vive em uma cidade onde a mineração é a maior empregadora local. Ao saber que os russos colocaram o satélite Sputnik em órbita, Homer começa a sonhar em também colocar um foguete seu em órbita. Logo ele convence alguns amigos a participarem do projeto e, com o apoio de uma professora, dá início ao projeto que irá mudar sua vida para sempre.

Uma história belíssima de determinação e superação. De perseguição de sonhos e luta pora alcançar objetivos aparentemente inalcançáveis. 

Por tudo isto é imperdível.