Archive for Janeiro, 2010

MEUS PENSAMENTOS

Sábado, Janeiro 30th, 2010

“Você sempre pode ser duro, sem ser cruel. Nada justifica a perda da elegância.” (Astênio Araújo).

IMPERDÍVEL

Sábado, Janeiro 30th, 2010

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NA BEIRA DO PRECIPÍCIO

“Fico imaginando uma porção de garotinhos brincando de alguma coisa num baita campo de centeio e tudo. Milhares de garotinhos, e ninguém por perto - quer dizer; ninguém grande - a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco. (…) Se um deles começar a correr sem olhar onde está indo, eu tenho de agarrar o garoto. Só isso que eu ia fazer o dia todo. Ia ser só o apanhador no campo de centeio e tudo. Sei que é maluquice, mas é a única coisa que eu queria fazer”

Trecho de “O Apanhador no Campo da Centeio” de J.D. Salinger, falecido esta semana.

Li o livro do J.D. Salinger há uns dez anos atrás. O título do livro é vendedor, ainda mais para  nós aqui do Nordeste que não sabemos bem como é um campo de centeio. Havia também de minha parte uma curiosidade sobre o livro que se dizia ser o preferido dos Serial-Killers.

Ao terminar o livro, fiquei sem entender o porque de tanto fascínio por ele ao redor do mundo. O que dizer de um adolescente que narra uma parte de sua história, sempre na primeira pessoa, durante o livro inteiro. Confesso que fiquei frustrado.

Algum tempo depois é que a ficha caiu. Lembrei que li o livro de um fôlego só. Não consegui larga-lo. Salinger tem uma narrativa hipnótica. Você sempre acha que algo excepcional vai acontecer no próximo parágrafo. Ele é um especialista em criar imágens na mente dos leitores e controlar suas emoções através de palavras. Passei o livro inteiro achando que o protagonista iria matar um monte de gente na linha seguinte para frustar-me e passar a “ansiar”  por isto na próxima.

E onde está o segredo do Salinger? Na arte inigualável de escrever narrativas. Poucos conseguiram fazer isto com tanta maestria. Assim, recomendo Salinger para aqueles que querem aprender a escrever.  A contar estórias. A dominar a arte de dominar a mente das pessoas através da narrativa.

(Astênio)

REGISTRO

Quinta-feira, Janeiro 28th, 2010

Na livraria Siciliano do Midway Mall, com o meu amigo Paulo Bezerra (renomado médico e sócio-proprietário do Instituto de Radiologia da Natal), no lançamento do seu terceiro livro: NOVAS CARTAS DO SERTÃO DO SERIDÓ. Fica o registro.

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REGISTRO

Quinta-feira, Janeiro 28th, 2010

Na sede da TOLI, em Macaíba-RN, com Airton e Beto (sócios-proprietários). A TOLI é uma bem sucedida empresa do ramo de moda feminina. A Inovai está presente no dia a dia desta promissora empresa, prestando assessoria de gestão e  planejamento estratégico . Fica o registro.

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COMPORTAMENTO

Quinta-feira, Janeiro 28th, 2010

OS LIMPINHOS SÃO MAIS HONESTOS: Uma experiência feita por psicólogos da Northwestern University, nos EUA, constatou que, quando uma pessoa está num ambiente limpo e perfumado, ela se toma mais justa e honesta (toma atitudes mais corretas num jogo que mede seu grau de moralidade). O cérebro faz uma ligação subconsciente entre a limpeza física e a moral.” (Texto retirado da revista SUPERINTERESSANTE de dezembro de 2009).

REGISTRO

Terça-feira, Janeiro 26th, 2010

Em primeira mão, a capa da edição de fevereiro de 2010, da Informática em Revista.

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KOTLER – “OS 50 MANDAMENTOS DA LIDERANÇA”.

Terça-feira, Janeiro 26th, 2010

17 - Líderes são monstros natos no que se refere a assumir o poder.

Há duas maneiras de lembrar o legado que Jack Welch nos deixou como líder. A primeira é que ele criou mais valor para os acionistas da GE do que qualquer outro líder dos dias modernos. Ele também criou mais líderes do que ninguém. Quando pensamos em Welch, não o associamos à palavra “visão”, mas a padrões rigorosos de desempenho, conquista de poder, liderança e desenvolvimento de talento. Aliás, Welch é um grande administrador.

MEUS PENSAMENTOS

Segunda-feira, Janeiro 25th, 2010

“Escuto muito falar que o problema de hoje em dia é que vivemos em uma Era de excesso de informações. Na verdade, nunca foi esse o grande problema. Desenvolver a capacidade de analisar informações, independente de sua quantidade, e transformá-las em subsídio para a tomada de decisão, que desaguará em ações, sempre foi, e sempre será, a habilidade a ser perseguida.” (Astênio Araújo)

MEUS PENSAMENTOS

Sexta-feira, Janeiro 22nd, 2010

“Cuidado com o que você diz , quando está silenciosamente conversando consigo mesmo.” (Astênio Araújo).

MINHAS ESTÓRIAS

Sexta-feira, Janeiro 22nd, 2010

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VOCÊ ANDA SE CERCANDO DE MUITOS QUEBRA-MOLAS?

Por: Astênio Araújo.

A Tenda de Simplorim começou a fazer sucesso. Logo, sua agenda ficou cheia e ele teve que fazer marcações antecipadas. Tudo pela Internet, como toda modernidade deve ser.

Em um dos atendimentos, ele recebeu o Valmir, novo gerente de produção, que se queixava de, apesar de ter um código de normas e procedimentos maduro, com mais de quinhentas regras, as pessoas continuavam a cometer os mesmos erros de sempre. E o gerente reclamava também de que a produtividade havia caído nos últimos meses.

Simplorim ouviu paciente, e atentamente, todas as queixas. Ao término, pôs-se a falar:

- Você anda se cercando de muitos quebra-molas?

- Como assim, quebra-molas? Perguntou Valmir.

- Quebra-molas são limitadores de velocidade. Você anda instalando muitos deles por aí ao seu redor?

- Não, mas acho que na minha rua tem um, disse Valmir.

- Não é só destes que eu estou falando, disse Simplorim. Vou explicar de outra maneira:

- Certa vez, em uma rua, um carro em alta velocidade, dirigido por um motorista bêbado, atropelou e matou uma pessoa. Revoltados os moradores instalaram um enorme quebra-molas. Fizeram-no tão alto que a maioria dos carros arrastava o piso ao passar por ele. Os moradores, exultantes, sentiram-se vingados. Todos agora teriam que passar lentamente pela rua, e ainda se submeteriam ao castigo de “raspar” o “chão” do carro no quebra-molas.

- Esqueceram-se, porém, de que eles próprios tinham, também, de se submeter ao castigo – continuou Simplorim.

- E o que está errado nisto? falou Simplorim em tom contemplativo, e continuando:

- Tudo está errado, obviamente. Se alguém comete uma irregularidade, devemos procurar e punir o culpado, e não punir a todos, colocando um quebra-molas. Dessa maneira, puniremos mais, proporcionalmente, àqueles que agem corretamente do que aos verdadeiros culpados. A velocidade de todos que passavam por aquele trajeto diminuiu consideravelmente. Centenas de pessoas, todos os dias, passaram a se locomover em velocidades muito abaixo da de segurança necessária.

- Agora imagine isto em uma empresa. Um funcionário comete um irregularidade e ao invés de puni-lo, a direção resolve adotar procedimentos burocráticos para todos os outros. Não satisfeita, ela começa a editar centenas de regras para disciplinar o funcionamento. De uma hora para outra, tudo passa a ser proibido.

- A pior situação é quando tudo é proibido e/ou, para ser liberado, precisa da autorização de alguém, com poderes para tal. Estas são as “CANCELAS”, um outro tipo de quebra-molas, em que existe um guarda (se sentindo o todo poderoso) que decide a seu bel prazer, quem, ou o que, passa ou fica. Isto tudo feito em nome das normas e procedimentos. E é obvio que a frase “Para os amigos tudo, para os inimigos a lei”, passa a imperar.

- Com a empresa cheia de quebra-molas (burocracia), a produtividade naturalmente cai. As coisas passam a acontecer de forma muito lenta.

- Então, eu te faço a pegunta, disse Simplorim, se dirigindo ao Valmir: “ Você anda se cercando de muitos quebra-molas?”. Se a sua resposta for sim, recomendo que passa a eliminar a maioria deles.

- E como eu faço para gerenciar sem os quebra-molas? Perguntou Valmir.

- A resposta para a sua pergunta é: CONFIANÇA: “LÍDERES CONFIAM NA CONFIANÇA”. “Subordinados confiam em líderes que aparecem, fazem as coisas mais difíceis e depois voltam no dia seguinte cheios de vitalidade”. Nada pode funcionar adequadamente sem confiança.

Valmir ouviu atentamente. Convenceu-se de que o mestre Simplorim estava certo, mais uma vez, e saiu do encontro com um monte de idéias e uma certeza: Estava precisando urgente de uma marreta, pois havia muitos quebra-molas para ele quebrar nos dias que se seguiriam.

PENSAMENTO

Sexta-feira, Janeiro 22nd, 2010

“As paixões são como as ventanias que incham as velas do navio. Algumas vezes o afundam, mas sem elas não se pode navegar” (Voltaire)

KOTLER – “OS 50 MANDAMENTOS DA LIDERANÇA”.

Quarta-feira, Janeiro 20th, 2010

16 - Líderes confiam na confiança.

Meu parceiro comercial, James Kouzes, e o seu colega Barry Posner, disseram isso no livro Credibility - How Leaders Gain it and Lose it, Why People Demand it, (Ed. Vossey Bass). Num mundo louco, nós exigimos alguém em quem possamos confiar. Como subordinado, confio em um líder que aparece, faz as coisas mais difíceis e depois volta no dia seguinte cheio de vitalidade.

KOTLER – “OS 50 MANDAMENTOS DA LIDERANÇA”.

Segunda-feira, Janeiro 18th, 2010

15 - Líderes confiam nos seus instintos.

“Intuição” é uma palavra que adquiriu uma conotação ruim. Intuição é a nova física. É uma maneira prática, einsteiniana, de tomar decisões difíceis. Linha final: quanto mais loucos os tempos, mais os líderes devem desenvolver sua própria intuição - e confiar nela.

PENSAMENTO

Segunda-feira, Janeiro 18th, 2010

Certa empresa estava com vários projetos de redução de custos quando houve uma mudança cambial que criou, repentinamente, uma forte demanda para seus produtos. Ora, a partir deste momento, do ponto de vista financeiro, deveriam ser considerados projetos de aumento de Eficiencia Global dos equipamentos de tal maneira que houvesse aumento  de produçao. Numa situaçao como esta, os ganhos de produçao podem ser mais importantes do que ganhos de custo. Cada projeto deve ser avaliado pelo “controller” da empresa que deve ser acionado para problemas deste tipo. Por outro lado, tenho encontrado pessoas trabalhando arduamente em projetos de melhoria de eficiencia fabril (produção) em situaçao declinante de mercado.” (Vicente Falconi no seu livro “O Verdadeiro Poder”)

REGISTRO

Segunda-feira, Janeiro 18th, 2010

Café animado na companhia de Jaécio e Luiz Eduardo. Fica o registro.

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